
Bonito bonito é criticar os outros por serem ratos e tremer de medo quando nos confrontam com a possibilidade de que escrevemos alguma coisa que pode ser contraproducente nomeadamente em algo tão básico como a manutenção de um posto de trabalho. Se o que escrevi me leva a algum lado? Nenhum. Se é necessário e inovador? Nada, é a posição de meio mundo, dita talvez (esperançosamente) de forma um pouco mais eloquente. Se vale a pena o risco? Não.
De que serve então a minha rebelião perante tão prezadas opiniões? Eu sou uma mulher e não um rato e serve apenas para me recordar que há coisas que estão na minha natureza e que eu não posso mudar. Como diria a pessoa que mais me fez sentir um rato nesta vida “podemos até conseguir mais coisas porque nos vergamos mas o respeito jamais será uma delas”.